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    <title>Centro de Memória</title>
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      <title>Comissão para criação do Centro de Memória da UFG debate projetos</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="reunião2" title="reunião2" src="http://centrodememoria.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1411/o/WhatsApp_Image_2024-10-31_at_12.17.22.jpeg?1730388034" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Segunda reunião do grupo foi realizada nesta quinta-feira (31/10), na Faculdade de Direito&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Ana Paula Vieira&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Foto: Marília Sabino&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na segunda reunião da comissão para criação do Centro de Memória da UFG, realizada nesta quinta-feira (31/10), na Faculdade de Direito (FD), a pauta central foi a discussão de projetos de resgate da memória institucional da Universidade. Cada integrante do grupo apresentou propostas a serem realizadas em suas unidades e agregadas ao Centro de Memória.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O presidente da comissão para criação do Centro de Memória da UFG, Pablo Lisboa, enfatizou que o encontro foi realizado na FD pois essa foi a primeira unidade da Universidade a receber uma exposição institucional por meio de parceria com a Reitoria, para estimular o resgate da memória. Ele aproveitou o momento para convidar os presentes para as próximas exposições a serem abertas pela UFG, em alusão aos 60 anos dos cursos de Ciências Sociais e de Engenharia Elétrica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1411/o/WhatsApp_Image_2024-10-31_at_12.17.22.jpeg" alt="reunião2" width="700" height="544" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Pablo Lisboa, presidente da Comissão, e Sauli dos Santos Júnior, representando a Gestão Superior&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A reunião contou com a presença do pró-reitor de Gestão de Pessoas da UFG, Sauli dos Santos Júnior, representando a Gestão Superior. Ele falou sobre a importância da Propessoas como fonte de informação sobre os servidores e destacou que esses documentos podem gerar materiais para exposições sobre a história da UFG. “Conhecendo a história, a gente valoriza um pouco mais a nossa instituição”, disse Sauli.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A vice-diretora da FD, Sílzia Carvalho, anfitriã do encontro, também esteve presente e colocou a Faculdade à disposição para participar das ações do Centro de Memória. Segundo ela, a FD, no campo da memória da UFG, tem uma “posição muito especial” e está pronta a participar do processo de consolidação da história e das memórias da Instituição.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1411/o/_DSC5239_%281%29.jpg" alt="silzia" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Vice-diretora da FD, Sílzia Carvalho, também participa da reunião&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Projetos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A servidora da FD Glorismar Calaça Menezes apresentou a ideia “Eu faço parte desse legado”, que tem o objetivo de registrar histórias de pessoas que passaram pela Faculdade. A ideia é divulgar, via redes sociais, vídeos de até um minuto com pessoas falando sobre sua trajetória e passagem pela FD.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os servidores Gilson Pedro Borges (Escola de Agronomia), Cecilio Rocha Ferreira Da Silva (Secretaria de Infraestrutura) e Diórgenes dos Santos (Faculdade de Ciências e Tecnologia) sugeriram a realização de exposições fotográficas em suas unidades. No caso da Agronomia, a ação seria focada nos anos iniciais da escola, quando ainda funcionava junto com o curso de Veterinária. Na FCT, no Câmpus Aparecida de Goiânia, estão sendo previstos espaços para ações visuais, incluindo exposições de fotos em um local próximo à biblioteca do câmpus e a utilização de televisões para exposição não só de fotos, mas também de notícias. A Seinfra poderia contribuir com fotos das obras da UFG que o setor tem em seu acervo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda no trabalho com fotos de arquivo, Rosangela Barbosa Silva, da Casa de Memória da UFG, propôs um projeto de requalificação do acervo fotográfico da Universidade, a começar pelas unidades que estão fazendo aniversário e trabalhando suas memórias em exposições institucionais previstas para 2025.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas outras ações propostas envolvem sites institucionais, como a ideia da Faculdade de Odontologia da UFG, apresentada pela servidora Helen Sandra de Paiva Dias Carneiro, que sugere galerias virtuais com a história e fotos de servidores como uma homenagem, por ocasião da aposentadoria. O Centro de Informação, Documentação e Arquivo (Cidarq), por meio de seu diretor, Paulo Eduardo de Oliveira Neto, colocou a utilização do software “Access to memory” (Atom), uma ferramenta de difusão que disponibiliza documentos como fotos, vídeos, documentos textuais de acesso público e sem restrição. O acesso poderia ser feito pelo Portal de Acervos Arquivísticos, no site do Cidarq.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em outras unidades, a discussão sobre o resgate da memória inclui ações como um museu, previsto na Faculdade de Medicina (FM). A servidora da FM Izildinha Alves Jorge ressaltou que a Unidade tem muito a contribuir e conta com vários servidores engajados no assunto da memória e história da UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além de apresentarem ideias de projetos, alguns dos presentes também comentaram sobre aspectos importantes para o trabalho da comissão. Renato Candido da Silva, da pró-reitoria de Extensão e Cultura, falou sobre a importância das ações do Centro de Memória terem público e destacou a interlocução com as escolas, o que também envolveria a juventude no tema. Ele propôs ainda a confecção de e-books temáticos e científicos que dialoguem com esse público.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1411/o/WhatsApp_Image_2024-10-31_at_12.19.58.jpeg" alt="reunião2-público" width="700" height="466" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Integrantes da comissão apresentaram ideias de projetos para o Centro de Memória&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Próximos passos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A próxima reunião da comissão será realizada na Casa de Memória da UFG, no dia 8 de novembro, com a presença da reitora Angelita Pereira de Lima. Segundo Pablo Lisboa, a intenção é discutir o regimento da comissão e a resolução sobre o trabalho do Centro de Memória.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 12:23:47 -0300</pubDate>
      <link>https://centrodememoria.ufg.br/n/185720-comissao-para-criacao-do-centro-de-memoria-da-ufg-debate-projetos</link>
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      <title>Comissão realiza primeira reunião e discute implantação do Centro de Memória </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="reunião1" title="reunião1" src="http://centrodememoria.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1411/o/WhatsApp_Image_2024-10-29_at_11.32.37.jpeg?1730212393" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Grupo é formado por servidores que já desenvolvem ações de valorização da memória institucional&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A comissão para criação do Centro de Memória da UFG reuniu-se para discutir projetos e a forma de atuação da iniciativa, que tem a proposta de planejar e executar ações de resgate da memória da UFG, como documentação, pesquisa, exposição, entrevistas, publicações, documentários e outros. O encontro ocorreu no dia 17 de outubro, no Centro de Cultura e Eventos Prof. Ricardo Freua Bufáiçal, no Câmpus Samambaia, em Goiânia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A comissão do Centro de Memória é formada por 13 servidores que já desenvolvem ações sobre o tema. O presidente da Comissão, Pablo Lisboa, explicou que o objetivo é que o Centro funcione como um escritório permanente de articulação das atividades de memória, com a filosofia de agregar cada vez mais pessoas, propor projetos e buscar viabilizá-los.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O encontro teve a presença do vice-reitor Jesiel Carvalho, que enfatizou a importância da ação: “Nós temos a responsabilidade de reconstruir e preservar para entendermos que chegamos aqui por uma jornada de muitas pessoas importantes”. Ele ainda agradeceu a comissão e garantiu o apoio da Reitoria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fazem parte da comissão: Helen Sandra de Paiva Dias Carneiro (Faculdade de Odontologia); Gilson Pedro Borges (Escola de Agronomia); Rosangela Barbosa Silva, Maria Teresinha Campos de Santana e Paulo Eduardo de Oliveira Neto (Centro de Informação, Documentação e Arquivo); Glorismar Calaça Menezes (Faculdade de Direito); Mariana Faleiro Gonçalves (Instituto de Informática); Renato Candido da Silva (Pró-Reitoria de Extensão e Cultura); Murilo Ferraz Franco (Reitoria Digital); Cecilio Rocha Ferreira Da Silva (Secretaria de Infraestrutura); Heitor Pagliaro (Câmpus Goiás) e Diórgenes dos Santos (Faculdade de Ciências e Tecnologia).&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1411/o/WhatsApp_Image_2024-10-29_at_11.32.37.jpeg" alt="reunião1" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Comissão do Centro de Memória é formada por 13 servidores que já desenvolvem ações sobre o tema&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contribuições&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com Pablo Lisboa, a preservação da memória institucional é fundamental para a continuidade e valorização da história da UFG, sendo essencial registrar as contribuições, pensamentos e visões daqueles que já passaram por aqui. Murilo Ferraz Franco, da Reitoria Digital (RD), falou sobre a importância da criação do Centro de Memória para quem já saiu da Universidade mas, sobretudo, para os que estão presentes hoje: “Quando as pessoas que ajudaram a construir a história da UFG vão saindo sem nenhum registro, os relatos, tão ricos, vão embora com elas. As pessoas vão se aposentando e a gente não registra tudo o que elas já fizeram para a UFG, como elas contribuíram, como era a Universidade na época delas e o que elas queriam para a UFG”, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pablo destaca que o Centro de Memória surge a partir da necessidade de ter dentro da UFG um local que não apenas armazene sua história, mas que realize o resgate da memória da Instituição e a promova. Renato Candido da Silva, da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, enxerga a iniciativa como um ponto decisivo para a promoção da memória institucional da Universidade: “É um marco para a UFG, mas também é uma reflexão sobre a importância da Universidade dentro do nosso estado, dentro do nosso país. São mais de 100 mil egressos que passaram aqui. Então, acredito que esse Centro de Memória será atuante e, com certeza, se tornará um grande patrimônio para a nossa UFG”, disse, empolgado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diórgenes dos Santos, da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT), afirmou que a preservação da memória agrega também valor à própria Instituição, sobretudo para que outras pessoas conheçam o câmpus e se interessem pela Universidade. “A FCT quer participar da iniciativa comunicando o trabalho que é feito dentro da Unidade para a comunidade externa a ela como um todo. Como nós definimos nossas estratégias e como nós criamos nosso valor são questões que precisam ser evidenciadas”, ressaltou.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1411/o/WhatsApp_Image_2024-10-29_at_11.40.00.jpeg" alt="falas" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Participantes falaram sobre experiências já empreendidas e &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;deram sugestões para o Centro de Memória&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Integração&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Centro de Memória pretende atuar em conjunto com o Centro de Informação, Documentação e Arquivo (Cidarq), órgão responsável pelo planejamento e desenvolvimento da gestão técnica da informação e de documentos de valor administrativo, acadêmico ou histórico no âmbito da UFG, e com a Casa da Memória. A Casa da Memória já funcionou como Palácio Provisório do Governo do Estado de Goiás; como sede da Faculdade de Direito - iniciando ali a história da UFG, com o então diretor Colemar Natal e Silva, que se tornou o primeiro reitor da Universidade; como Conservatório de Música da UFG e como espaço para funcionamento do Poder Judiciário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A equipe do Cidarq, representada pelo diretor Paulo Eduardo de Oliveira Neto e pelas coordenadoras de Documentação Permanente e de Memória Institucional, Rosângela Barbosa Silva e Maria Teresinha Campos de Santana, explicou que nos últimos anos, eles têm implementado ações para a organização, preservação, conservação e disponibilização do Patrimônio Documental da Universidade, missão dada pelo então reitor da UFG, Ary Monteiro do Espírito Santo (1994-1998).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Ele nos deu a missão de participar de uma comissão que fizesse um diagnóstico dos arquivos da Universidade, já visando à questão da memória institucional. Não era só essa questão de organização da documentação, mas com a finalidade de criação da memória mesmo”, disse Maria Teresinha. Ela conta que antigamente, o arquivo funcionava no prédio do Instituto de Ciências Biológicas - IV, mas era um espaço pequeno, então o trabalho acabava ficando limitado pelo tamanho do local, que possuía somente 90 metros quadrados. “A partir dessa necessidade de termos um local com mais dignidade para trabalho, resultou na edificação de um prédio específico para isso, para que a gente pudesse classificar o material que tínhamos e catalogá-lo. Nós fizemos inúmeras visitas técnicas pelo Brasil para nos inspirar a criar o espaço que temos hoje. Além do espaço físico, foi pensada também uma estrutura metodológica, como essa documentação poderia ser tratada e trabalhada a partir da produção, documentação e conservação”, explicou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Maria Teresinha lembra ainda que no seu ingresso na UFG, ela ocupou cargo na equipe do que se chamava Centro de Referência da Memória da UFG. Ela também lembrou referências históricas como o Centro de Estudos Regionais, criado pelo professor Sérgio Paulo Moreira, vice-reitor da gestão de Ricardo Bufaiçal. Segundo ela, essa estrutura é remanescente do Centro de Estudos Brasileiros, criado nos anos 1960, e extinto após o Golpe Militar. “Naquela época, houve essa tentativa de criar o Centro de Estudos Regionais e uma das propostas era justamente criar a memória da Universidade, pois em 1994 ela estava completamente sem registros da sua memória”, contou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rosângela Barbosa também relatou sobre as dificuldades enfrentadas nos últimos 30 anos em relação à memória e expressou seu entusiasmo com o reforço do Centro de Memória. "Quando observamos um projeto que une diversas equipes e metodologias, percebemos o quanto essa colaboração exige esforço adicional. Isso é extremamente importante. Estamos aqui há três décadas e conhecemos bem as dificuldades que enfrentamos, especialmente no que diz respeito à preservação da memória”, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em relação a uma metodologia eficaz para a preservação e publicização da memória, o diretor do Cidarq, Paulo Eduardo de Oliveira Neto, disse sobre a necessidade de um método que “funcione do início ao fim da produção do documento". “Quando você abre um processo, há diferentes etapas, como o processo de remoção, o de compra e o de aquisição. Se você consolidar tudo em um único processo para simplificar a documentação, acabará dificultando a gestão, pois as informações estarão desorganizadas”, disse.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1411/o/WhatsApp_Image_2024-10-29_at_11.28.48.jpeg" alt="casa da memória" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Servidoras da Casa da Memória relatam experiências relacionadas à memória institucional&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Centro de Memória&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O presidente da comissão para a criação do Centro de Memória, Pablo Lisboa, agradeceu os participantes pelas contribuições, disponibilidade, relatos de experiências e, acima de tudo, pelo profundo engajamento que cada um demonstrou, inclusive com a permanência até às 14 horas. “Isso revela que o tema da memória sensibiliza a comunidade universitária e é urgente, às vésperas dos 64 anos da UFG”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A comissão segue os trabalhos com uma reunião nesta quinta-feira (31/10), às 9 horas, na sala de vídeo da Faculdade de Direito. No encontro, será retomada a pauta do espaço para o funcionamento do Centro, a definição de projetos estratégicos e expográficos que cada membro da comissão apresentará e a discussão do regimento interno.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1411/o/WhatsApp_Image_2024-10-29_at_11.31.01.jpeg" alt="pablo lisboa" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Professor Pablo Lisboa preside a comissão para criação do Centro de Memória da UFG &lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 11:42:44 -0300</pubDate>
      <link>https://centrodememoria.ufg.br/n/185601-comissao-realiza-primeira-reuniao-e-discute-implantacao-do-centro-de-memoria</link>
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